Estou de volta aqui ao “sitio do costume” e a justificação é: a participação em mais uma prova.
Neste caso foi a tradicional “Meia das Rampas” em S. João da Lampas. Na sua edição número 48, sempre ao sábado à tarde e com partida às 17h00. Este ano parece que o número de participantes quase dobrou, o que é sempre um bom sinal. À hora da partida o termómetro da farmácia dizia que estavam 26º… mas já conto como correu a prova.

Este verão tem sido muito parecido com o do ano passado, só com a diferença que o pico do ciclo está marcado para o primeiro fim de semana de Novembro na Maratona do Porto e o ano passado estava mais definido para meados de Outubro para a prova de Lisboa. Eu também participarei na maratona da marginal, em em modo de treino em competição (e também para somar mais uma ao meu CV), tenho feito os meus treinos longos na serra de Sintra, mais umas “séries” e umas rampas.
A prova de sábado correu como previsto, ritmo controlado, sem entrar em loucuras, usar a experiência para controlar o relevo e os ritmos. Este ano tivemos uma alteração ao percurso habitual: na Fachada, em vez de seguirmos na estrada para a Terrugem, viramos para a Chilreira a caminho da Ribeira de Rio de Cões e antes fazemos um pequeno vai e volta e voltamos à Estrada para S. João no cruzamento em Alfaquiques. Em termos de perfil é basicamente a descer excepto as últimas centenas de metros até ao último cruzamento. Devo salientar que, como sempre, a organização esteve 5 estrelas, principalmente no último abastecimento, nessa zona nova, onde a água estava mesmo geladinha e soube mesmo bem!

Resultado, fiz mais cerca de 3 minutos que em 2025, mantive o 5º lugar no meu escalão e desci 25 postos na geral para 75º. Sem dores nem queixas, a disfrutar das belas “talhadas” de melancia ao nosso dispor depois da meta.
Depois tive de recuperar para daí a 14 horas fazer os 10K da Corrida do Tejo.
Abraços e boas corridas.




